E em um ponto de prego apoiam-se várias toras de madeira, sempre acreditando caber mais, ainda aguenta. Mas, previamente,ninguém pensa na possibilidade desse prego entrar de vez na terra, o que vai acontecer com as toras que eram sustentadas. Ser forte aqui, pra lá ser franco e assim adiante, segundo alguém é bom, trás equilibrio. No entanto, a beira do abismo ninguém precisa de mais um empurrão, ou seja, um prego chegando ao seu limite não pode passar a impressão de que aguenta mais que sua capacidade, pois assim que o limite se for, ele vai junto. E quando um ponto desmorona, não leva só ele.




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