Uma saideira e muita saudade

Esse nó na garganta (que hoje tá bom) sei bem de onde vem. Até que eu me esforço para acreditar que "sim,pode tudo ter sido ilusão minha",mas não há colaboração quando as ações dizem o contrário. Porque sempre eu que estou no fim do arco íris? Será que eu sou teu pote de outro? Serás,tu o meu?
Sei apenas que até então nada muda o que eu penso: ainda não é nossa hora,e que talvez, ela nunca chegue. Se eu aprendesse a separar as coisas, pudesse me contentar com o que sempre tive,o pouco, mas verdadeiramente.
Opiniões chovem, e é realmente complicado quando não se sabe o que vai fazer, o que se quer fazer. Diante da minha total "radicalidade", eu não sei se vou por impulso que dentro grita "vai e luta" ou se os meus princípios me fazem calar e continuar a perder.
Tudo na vida tem riscos, porém, dessa ponte eu pulo há alguns anos; no início era mera aventura,e agora? Pura necessidade e paixão por uma incerteza que só existe para perturbar minha sanidade.
No fundo, eu sei que gosto desse jogo (ou Game, como preferir): espera um pouquinho e volta,e mais e vai sofrer, e volta feliz, e gira...
Achei um pouco diferente, as coisas, qual a necessidade de sentir o ritmo do meu coração enquanto eu falo e abraço?
Já usei de várias fugas do que não quero de verdade fugir, eu até quero viver isso, só que não depende apenas de uma decisão minha. De repente, SE eu for assim xeque-mate eu perca ou ganhe. E dessa vez perder é arriscar muito . É arriscar tudo. Não quero mais pensar sobre o que eu quero fazer,na verdade eu preciso é fazer:
a) separar
b) ir para longe
c) apenas tentar
d) continuar nessa patética espera

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