Café, sinceridade e futilidades
A minha vida merecia ser filmada e ser passada no cinema na categoria comédia romântica, com muito drama. Até eu que estou vivendo e muitas vezes me ferrando com a coisa toda consigo dar umas boas risadas com os devidos acontecimentos e como eu tenho a capacidade de me meter em cada encrenca (lê-se homens e afins).É motivo também de muita graça a facilidade com que a minha cabeça encara as coisas, e vai esquecendo umas,lembrando outras, o que faz renascer e surgir os mais diversos sentimentos dentro de mim de uma só vez, por inúmeras pessoas diferentes.
Mas calma, eu não saí de uma vida depressiva de "ninguém me ama, ninguém me quer" para uma "pegaaaaaando geral". Não é BEEEEEEEEM assim não, pode até parecer, mas eu tenho justificativas plausíveis para tudo.
Presta atenção: saí de uma furada -han recomeçando ... comecei a realmente sair de uma furada que me meti anos atrás (desculpa se um dia você mesmo ler isso, você sabe que eu penso assim :xx). Me deu inúmeros momentos bons, muitos ruins,mas no final o balanço saiu positivo e todo mundo tá feliz com isso.(certo?) Passei um ano (2009) me subtraindo em tudo desde a romances a amizades/saídas e tudo o mais, para poder estudar e passar no bendito. Voltando pra furada, ela me ensinou muita coisa,inclusive a como lidar com ela e evitar sofrimentos extremos no futuro (futuro esse que já já vira presente...),mas também acabou me moldando uma pessoa fria. Mas como nunca deu certo antes, não seria agora que daríamos certo, até porque ele não mudou muito desde a 1º vez que o vi, e eu mudo a todo instante. Mesmo ele se "esforçando" para estar presente nos meus novos momentos (depois que entrei na faculdade e blá blá), ele nunca foi claro e aceitou o que eu dizia, logo eu nunca soube o que era de verdade. Mas isso era o de menos na maioria das vezes. Hoje eu vejo a furada toda como um comodismo bom, te ter quase sempre alguém confiável por perto. E esse perto eu percebi que não precisa ser demais, é um perto longe, para não atrapalhar meu equilíbrio emocional. Aos poucos vou me desvencilhando da presença e da falta.
Mas calma, eu não saí de uma vida depressiva de "ninguém me ama, ninguém me quer" para uma "pegaaaaaando geral". Não é BEEEEEEEEM assim não, pode até parecer, mas eu tenho justificativas plausíveis para tudo.
Presta atenção: saí de uma furada -
Só que então,depois que eu entrei na faculdade encarei uma realidade totalmente diferente da minha, o que se era esperado claro, mas nunca é como imaginamos (muitas vezes é pior /hihi). Pois é fui na loucura de aproveitar as coisas, de agir como eu quero e de fazer as coisas que eu não fazia e botei pra agir meu dedo podre. Fiz muitas escolhas erradas mais uma vez (não, nada demais, ainda são os homens haha), e no final eu pensei que tudo tivesse se resolvido, mas todo dia tem uma novidade. E furada por furada eu me meti em outra, e to ai, sem querer sair dela Deus sabe porquê. Tem hora que acho que é por orgulho, tem hora que acho que é sentimento mesmo. Foi estranho dessa vez porque teve sentimento, só não sei qual. Mas enfim, não muda em nada a situação, não é mesmo? O engraçado é que dessa vez foi dito o sentimento recíproco, e eu acreditei um pouco sim, mas nunca tem como saber se é verdade. Mas depois de umas coisas e umas palavras eu penso e repenso muito se todo esse alarde não é apenas aquilo, aquilo mesmo. Um dia chego a uma conclusão né? Então vou usar meus neurônios pra isso não (não muito :x).
Depois de um tempo não querendo nem ouvir falar em namoro, deu vontade, de segurar a mão de alguém "meu", mas eu olho pros lados e não vejo ninguém que preencha meus pré-requisistos (tá bom,isso é feio mas paciência, nem tudo é bonito) e que eu sinta aquele potencial. eu vou saber, mas que saco, tá demorando muito. Daqui a pouco eu mudo de ideia de novo e fico querendo ficar solteira, ai danousse.
Pois é, mesmo indecisa em relação a furada nº 2 ainda, eu to no caminho de tomar a decisão de deixar pra lá, até pq eu ja descobri que pra deixar pra lá o que falta é eu deixar de ser orgulhosa. (ou não!?)
Pois é, minha mãe vive falando que quando eu encontrar o "meu" eu vou saber, mas, isso me dá uma aflição. E ao mesmo tempo morro de medo de me ver numa oscilação dessa e escolhendo errado mais uma vez, baixando o critério de exigência , essas coisinhas.
No final das contas eu devia mesmo ou me preocupar em passar em cálculo ou pegar uma trouxa de roupa pra lavar, porque francamente, tá perdendo tempo assim né comigo não. Me sinto com o dom de deixar as coisas pra lá, e acho isso bonito :o .Só não sei se isso é conformismo ou modo de ser?!
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